Como é fazer pesquisa em Copenhague, Dinamarca (e um pouquinho em Malmo, Suécia)?

Entre nossas andanças por aí, trabalhamos por pelo menos 2 anos e meio na Universidade de Copenhague na Dinamarca e também, fizemos alguns experimentos durante 3 meses na Universidade de Lund em Malmo, Suécia. 

(Para aplicar para posições, essas universidades também respeitam os mesmos parâmetros citados em um post anterior que fizemos "Como é fazer pesquisa em Dresden, Alemanha?".)

Universidade de Copenhague

Universidade de Lund

Os dois lugares foram muito semelhantes para a gente num modo geral. Lá se trabalha em média 37 horas semanais, seus dias de férias também são bem flexíveis. Os salários são semelhantes e é possível morar em Copenhague e viajar todos os dias para Malmo, ou vice e versa (30 minutos de trem). 

O jeito de trabalhar se diferencia um pouco quando comparamos com a Alemanha, onde o trabalho é um pouco mais puxado. Tanto em Copenhague quanto em Malmo eles respeitam mais seu horário de trabalho semanal e não cobram ou planejam experimentos aos finais de semana. Alias, o cartão para a entrada na universidade é bloqueado aos finais de semana ou em horários muito após ao normal do expediente.

Em particular, a Universidade de Copenhague é cheia de histórias, já que conta com uma lista de ganhadores de prêmios Nobel em áreas diversas como medicina, física e literatura.

Universidade de Copenhague

Ambas as Universidades possuem uma ótima estrutura física e fácil acesso de trem, ônibus, carro e bicicleta (transporte mais utilizado por lá). No caso da Universidade de Copenhague, ela tem várias unidades espalhadas pela cidade, mas todas elas seguem o padrão de estrutura e bom acesso.

Universidade de Copenhague

Universidade de Copenhague

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